My Account Log in

1 option

Definindo musicoterapia : terceira edicao / Kenneth Bruscia.

Ebook Central Academic Complete Available online

Ebook Central Academic Complete
Format:
Book
Author/Creator:
Bruscia, Kenneth, author.
Language:
Portuguese
Subjects (All):
Music therapy--Research.
Physical Description:
1 online resource (340 pages) : illustrations
Edition:
3rd ed.
Place of Publication:
Dallas, Texas : Barcelona Publishers, 2016.
Summary:
Esta edição é o resultado de um projeto de 25 anos que teve por objetivo conceituar a musicoterapia de uma forma criticamente inclusiva e integrativa. O texto propõe um guarda-chuva conceitual que abarca todas as práticas profissionais e conceitos que têm sido considerados viáveis na literatura, e exclui os conceitos e práticas: que não se baseiam na música; que ocorrem fora de uma relação profissional terapeuta-cliente; e que não estão preocupados em abordar a saúde do cliente. O texto também oferece uma ampla gama de opções para o emprego da música objetivando as preocupações do cliente com a sua saúde -- como indicado pelas suas necessidades, mais do que a partir da orientação do terapeuta. A definição resultante é provisória, e foi baseada em mais de 100 definições existentes, e co-construída pelo autor, colegas experientes e associações de todo o mundo. As propostas do autor estão situadas dentro da culturas Ocidentais que utilizam o Inglês como idioma com propósitos acadêmicos.
Contents:
CUBRIR
TÍTULO DE LA PÁGINA
COPYRIGHT Y PERMISOS
DEDICATÓRIA
AGRADECIMENTOS
ÍNDICE
LISTA DE TABELAS E FIGURAS
PREFÁCIO
Outras Questões
Uma Nota Pessoal
INTRODUÇÃO
A Ideia
A Definição de 1989
Reações à definição de 1989
A Definição de Trabalho de 1998
Os Anos Intermediários: de 1998 ao presente
O Grupo de Desconstrução
Análise de Definições Existentes
Reconstrução
Revisão Bibliográfica
Uma Visão Etnográfica
CAPÍTULO 1: A NECESSIDADE DE DEFINIÇÕES
CAPÍTULO 2: OS DESAFIOS DA DEFINIÇÃO
A Musicoterapia é Definível?
Transdisciplinaridade
Disciplina e Profissão
Arte, Ciência e Humanidade
Diversidade na Prática Clínica
Problemas Definindo Música
Problemas Definindo Terapia
A Necessidade de Fronteiras
Diferenças em Perspectiva
Diferenças Culturais
Diferenças Socioeconômicas
Ainda em Desenvolvimento
Implicações
CAPÍTULO 3: UMA ANÁLISE DAS DEFINIÇÕES EXISTENTES
Predicativos do Sujeito e do Objeto
Os Agentes
Predicativos do Objeto para o Musicoterapeuta
Predicativos do Objeto para os Beneficários
Objetivos e Resultados da Musicoterapia
Conclusões
CAPÍTULO 4: UMA DEFINIÇÃO DE TRABALHO
Ressalvas
Uma definição de trabalho
Processo Reflexivo
Terapeuta
Ajuda
Cliente
Otimizar a saúde do cliente
Usando Variadas Facetas da Experiência Musical
E as Relações Formadas Através Desta
Como Ímpeto Para a Transformação
Uma Disciplina de Prática Profissional, Teoria e Pesquisa
CAPÍTULO 5: PROCESSO
Focado na Saúde
Agentes do Processo
Compromisso Mútuo: O Contrato
Metódico
Baseada no Conhecimento
Processo Regulado
Características Únicas
Centrada no Som
Centrado na Beleza
Centrada na Criatividade
Centrada na Relação
CAPÍTULO 6: REFLEXIVO
Como Ser Reflexivo.
Integralidade da Meta
Integridade do Método
O Progresso do Cliente
Autoconhecimento
Contextualizando o Cliente e o Terapeuta
Bem-Informado
Prática Ética
Sumário
CAPÍTULO 7: O TERAPEUTA
A Necessidade de um Terapeuta
Critérios para Definição
Contrato
Quem Ajuda e não é Ajudado
Função focada na saúde
Baseado na Música
Qualificações
Conclusão
CAPÍTULO 8: AJUDA
Questões e Preocupações
"Estar lá" para o Cliente
Entendendo suas Demandas e Recursos
Tendo Empatia pelo Cliente
Dando Voz ao Cliente
Interagindo com o Cliente
Sustentar e Ancorar
Comunicando-se com o Cliente
Fornecendo Oportunidades de Auto-Reflexão
Apresentando e Explorando Alternativas
Guiando quando Necessário
Conectando o Cliente ao Self e ao Mundo
Oferecendo Reparação
Intervindo Quando Necessário
Motivando
Validando e Afirmando
Cuidando do Cliente
Proteger a Capacidade de Ajudar de Alguém
CAPÍTULO 9: O CLIENTE
Questões de Nomenclatura
Escopo
Critério de Definição para o Cliente
Níveis de Consciência do Cliente
Os Papéis do Cliente
Clientes como Coletivos e Contextos
CAPÍTULO 10: OTIMIZANDO A SAÚDE DO CLIENTE
Otimizar
O que está contido no conceito de saúde?
A Saúde é uma Dicotomia ou um Continuum?
Saúde é algo Objetivo ou Subjetivo?
Saúde Como Modo de Ser
A Saúde Definida
CAPÍTULO 11: USANDO AS DIFERENTES FACETAS DA EXPERIÊNCIA MUSICAL
As Variadas Definições de Música
Como os Musicoterapeutas Conceitualizam Música
Fatores para a Definição de Música Dentro do Contexto Clínico
Definição Atual de Música
Por que Experiência Musical no lugar de Música
CAPÍTULO 12: NÍVEIS DE EXPERIÊNCIA MUSICAL
Pré Musical
Musical
Extramusical
Paramusical
Não Musical
Implicações.
CAPÍTULO 13: TIPOS DE EXPERIÊNCIAS MUSICAIS: OS QUATRO MÉTODOS PRINCIPAIS
Métodos Improvisativos
Métodos Recriacionais
Método Composicional
Métodos Receptivos
CAPÍTULO 14: FACETAS DA EXPERIÊNCIA MUSICAL
Facetas Físicas
Facetas Emocionais
Facetas Mentais
Facetas Relacionais
Facetas Espirituais
Dois Exemplos
CAPÍTULO 15: RELAÇÕES
Relações Intramusicais
Relações Intermusicais
Relações Intrapessoais
Relações Interpessoais
Relações Pessoais com a Música
Relações Ecológicas
Considerações Finais
CAPÍTULO 16: RELAÇÕES PRÉVIAS E CONSTRUÍDAS
Constelação Cliente-Música
Constelação Terapeuta-Música
Constelação Cliente-Música-Terapeuta
Constelação Cliente-Música-Terapeuta-Outros
CAPÍTULO 17: ÍMPETO
Estratégias Orientadas A Resultados
Estratégias Orientadas A Experiências
Estratégias Orientadas À Ecologia
Estratégias Integradas
CAPÍTULO 18: TRANSFORMAÇÃO
Quem Muda?
O Setting para a Transformação
Tipos de Transformação
Potenciais Transformações Individuais
Potenciais Transformações Interpessoais
Potenciais Transformações Ecológicas
Critérios para Transformação
Uma Nota sobre Prudência
CAPÍTULO 19: UMA DISCIPLINA DE PRÁTICA PROFISSIONAL, TEORIA E PESQUISA
Situando a Definição
Definindo Pesquisa
Diferenciando Pesquisa e Prática
Definindo Teoria
Diferenciando Pesquisa e Teoria
Resumo
CAPÍTULO 20: CRITÉRIOS PARA DEFINIÇÃO E DELIMITAÇÃO DAS ÁREAS E NÍVEIS DA PRÁTICA
Áreas da Prática
Níveis da Prática
CAPÍTULO 21: PRÁTICAS DIDÁTICAS
Distinções
Práticas Didáticas Auxiliares
Práticas Didáticas Aumentativas
Práticas Didáticas Intensivas
Práticas Didáticas Primárias
CAPÍTULO 22: PRÁTICAS MÉDICAS
Práticas Médicas Auxiliares
Práticas Médicas Aumentativas.
Práticas Médicas Intensivas
Práticas Médicas Primárias
CAPÍTULO 23: PRÁTICAS DE CURA
Uma Concepção Geral
Cura Versus Terapia
O Uso da Vibração, do Som e da Música
Advertência
Cura Sonora Vibracional
Práticas de Cura Auxiliares
Práticas de Cura Aumentativas
Práticas de Cura Intensivas
CAPÍTULO 24: PRÁTICAS PSICOTERAPÊUTICAS
Práticas Psicoterapêuticas Auxiliares
Práticas Psicoterapêuticas Aumentativas
Práticas Psicoterapêuticas Intensivas
Práticas Psicoterapêuticas Primárias
CAPÍTULO 25: PRÁTICAS RECREATIVAS
Práticas Recreativas Auxiliares
Práticas Recreativas Aumentativas
Práticas Recreativas Intensivas
Práticas Recreativas Primárias
CAPÍTULO 26: PRÁTICAS ECOLÓGICAS
Práticas Ecológicas Auxiliares
Práticas Ecológicas Aumentativas
Práticas Ecológicas Intensivas
Práticas Ecológicas Primárias
CAPÍTULO 27: PENSAMENTO INTEGRAL
Aceitando a Diversidade da Musicoterapia
Integrando o Novo e o Velho
Encontrando Semelhanças
Encarando Diferenças como Opções
Respeitando as Ideias de Outros
Sendo Reflexivo
Mudando Continuamente de Lugar e de Foco17
Considerando Perspectivas Macro e Micro
Resposta do Desafio
CAPÍTULO 28: PRÁTICAS INTEGRAIS
Sendo Integral
Identificando Participantes e Contextos
Entendendo o(s) Cliente(s)
Formando Metas e Estratégias Flexíveis
Considerando Diferentes Níveis de Diretividade
Usando Experiências Musicais
Assumindo Diferentes Papéis como Terapeuta
Escolhendo um Critério de Avaliação
Trocando a Área ou Nível da Prática
Continuando Reflexivo
CAPÍTULO 29: CONCLUSÕES E IMPLICAÇÕES
Para a Disciplina
Para a Profissão
O Futuro da Definição
NOTAS
Nota 2A: Estruturando Constructos Culturais e
Expandindo as Premissas
Uma Abordagem Alternativa para Definir Musicoterapia.
Nota 2B: Diferentes Concepções da Disciplina e da Profissão
Nota 5: Intervenção - Desconstruído
Nota 6A: Sistemática - Desconstruído
Nota 6B: As Falácias Do Holismo
Nota 6C: Não-Diretividade - Uma Ilusão
Nota 8A: Ajuda - Desconstruído
Terapia é Mais do que Ajuda
Conotações Problemáticas
Nota 8B: O Papel do Poder em Terapia
Autenticidade
A Autenticidade do Empoderamento
Nota 8C: Ajuda e Hierarquia em Terapia
A Hierarquia é Uma Ordem Natural
Nem Todas as Hierarquias são Opressivas
De Onde vêm tais Conotações?
Nota 9: Cliente - Desconstruído
Ameaça à Saúde
Nota 10: Promoção de Saúde - Desconstruído
Saúde de Quem?
Promover
Saúde
Nota 11: Experiências Musicais e Suas Relações - Desconstruído
Nota 17: Forças Dinâmicas - Desconstruído
Nota 18: Transformação - Desconstruído
Questões de Causalidade
Previsibilidade de Resultado
Benefícios Indiretos
NOTAS AL PIE
APÊNDICE A: DEFINIÇÕES DE MUSICOTERAPIA
REFERÊNCIAS.
Notes:
Includes bibliographical references.
Description based on online resource; title from PDF title page (ebrary, viewed August 26, 2016).
Description based on publisher supplied metadata and other sources.
ISBN:
1-945411-01-5
OCLC:
956277835

The Penn Libraries is committed to describing library materials using current, accurate, and responsible language. If you discover outdated or inaccurate language, please fill out this feedback form to report it and suggest alternative language.

We want your feedback!

Thanks for using the Penn Libraries new search tool. We encourage you to submit feedback as we continue to improve the site.

My Account

Shelf Request an item Bookmarks Fines and fees Settings

Guides

Using the Library Catalog Using Articles+ Library Account